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Os 5 Maiores Erros que as Pessoas Cometem ao Contratar um Seguro (e Como Evitar)

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    Marketing 3c Seguros
  • há 21 minutos
  • 5 min de leitura

contratar um seguro não deveria ser um jogo de sorte

Contratar um seguro é uma das decisões financeiras mais importantes que uma pessoa pode tomar ao longo da vida. Ainda assim, para grande parte da população, esse processo é feito de forma apressada, confusa ou baseada apenas em preço. O resultado? Apólices mal contratadas, expectativas frustradas, negativas de cobertura e a sensação de que “seguro não funciona”.

O problema não está no seguro em si. Está na forma como ele é escolhido.

Em um cenário cada vez mais complexo, com diferentes tipos de seguros, coberturas, cláusulas, franquias, carências e exclusões, é comum que consumidores cometam erros que só aparecem no pior momento possível: quando precisam acionar a apólice.

Este artigo foi desenvolvido para esclarecer, orientar e educar. Aqui, você vai conhecer os cinco maiores erros cometidos ao contratar um seguro, entender por que eles acontecem e, principalmente, como evitá-los de forma inteligente e estratégica.

Mais do que evitar prejuízos, o objetivo é mostrar como o seguro pode, e deve, ser uma ferramenta real de proteção patrimonial, financeira e familiar, quando bem planejado e contratado com apoio profissional.

Por que tantas pessoas erram ao contratar um seguro?

Antes de entrar nos erros em si, é importante entender o contexto. A maioria das pessoas:

  • Nunca recebeu educação financeira ou securitária

  • Associa seguro apenas a obrigação ou custo

  • Compra seguro apenas quando “algo obriga” (financiamento, contrato, exigência legal)

  • Não entende a linguagem técnica das apólices

  • Confia excessivamente em propagandas ou comparadores automáticos

Esse cenário cria um ambiente propício para decisões mal informadas. E, quando falamos de seguro, decisão errada não gera prejuízo imediato, gera prejuízo futuro, muitas vezes alto e irreversível.

Erro nº 1: Escolher o seguro apenas pelo preço

Por que esse é o erro mais comum, e mais perigoso

A busca pelo “seguro mais barato” é, disparadamente, o principal erro cometido por quem contrata uma apólice. Em um primeiro momento, faz sentido: ninguém quer gastar mais do que o necessário. O problema é quando o preço se torna o único critério de decisão.

Seguro barato quase sempre significa:

  • Coberturas reduzidas

  • Limites de indenização baixos

  • Franquias elevadas

  • Exclusões relevantes

  • Assistências mínimas ou inexistentes

Na prática, isso significa que o seguro só parece bom até o momento em que você precisa usá-lo.

O que pode acontecer na prática

Alguns exemplos comuns:

O preço baixo esconde riscos que só aparecem no sinistro.

Como evitar esse erro

  • Compare coberturas, não apenas valores

  • Avalie o custo-benefício, não o preço isolado

  • Entenda quais riscos realmente precisam estar cobertos

  • Conte com orientação profissional para adequar o seguro à sua realidade

Um bom seguro não é o mais barato. É o que resolve o problema quando ele acontece.

Erro nº 2: Não ler (ou não entender) as condições da apólice

O mito de que “ninguém entende apólice”

É comum ouvir frases como:

“Isso é tudo igual.” “Ninguém lê essas letras miúdas.” “O corretor resolve isso depois.”

Essa postura é extremamente arriscada. A apólice é um contrato legal, e tudo o que está (ou não está) ali define seus direitos e deveres.

Pontos críticos que muitas pessoas ignoram

  • Exclusões de cobertura

  • Carências

  • Limites máximos de indenização

  • Franquias

  • Obrigações do segurado

  • Situações que geram negativa de sinistro

Ignorar esses pontos é aceitar riscos sem saber.

Por que esse erro acontece

  • Linguagem técnica complexa

  • Falta de tempo ou paciência

  • Confiança excessiva em terceiros

  • Falta de explicação clara no momento da contratação

Como evitar esse erro

  • Peça explicações claras, em linguagem simples

  • Solicite destaque para exclusões e franquias

  • Pergunte: “Em que situações esse seguro NÃO me cobre?”

  • Guarde a apólice e tenha acesso fácil a ela

Um bom corretor não apenas entrega a apólice, ele traduz o contrato para o cliente.

Erro nº 3: Contratar um seguro que não condiz com a realidade de vida

Seguro genérico não protege pessoas reais

Cada pessoa tem uma realidade diferente:

  • Perfil familiar

  • Profissão

  • Patrimônio

  • Estilo de vida

  • Riscos específicos

Mesmo assim, muitos contratam seguros padronizados, sem qualquer personalização.

Exemplos clássicos desse erro

  • Seguro de vida baixo para quem é o principal provedor da família

  • Seguro residencial incompleto para imóveis com alto valor de bens

  • Seguro automotivo sem cobertura para terceiros em áreas urbanas

  • Seguro viagem inadequado para quem pratica esportes

O problema não é o seguro existir, mas não estar alinhado ao risco real.

Por que isso acontece

  • Falta de diagnóstico prévio

  • Contratação rápida ou por impulso

  • Falta de orientação profissional

  • Compra baseada apenas em indicação de terceiros

Como evitar esse erro

  • Faça um diagnóstico completo antes de contratar

  • Avalie renda, dependentes e patrimônio

  • Considere riscos profissionais e pessoais

  • Revise o seguro sempre que sua vida mudar

Seguro deve acompanhar sua vida, não o contrário.

Erro nº 4: Achar que “nunca vai precisar usar”

O pensamento que leva à negligência

Muitas pessoas contratam seguro com uma mentalidade defensiva:

“Espero nunca precisar.” “Isso é só para garantir.”

Esse pensamento, apesar de comum, leva a decisões mal planejadas. Seguro não é sobre probabilidade, é sobre impacto.

O risco não está na chance, mas na consequência

Eventos como:

  • Acidentes

  • Doenças

  • Incêndios

  • Roubos

  • Processos judiciais

Podem ser improváveis, mas quando acontecem, o impacto financeiro pode ser devastador.

Como esse erro afeta a contratação

  • Subestimação das coberturas

  • Valores insuficientes de indenização

  • Falta de seguros complementares

  • Cancelamento precoce da apólice

Como evitar esse erro

  • Pense no “e se acontecer?”

  • Avalie quanto custaria resolver o problema sem seguro

  • Entenda o seguro como proteção, não como aposta

  • Priorize tranquilidade financeira

Seguro não é pessimismo. É planejamento.

Erro nº 5: Não contar com um corretor ou consultor especializado

A falsa ideia de que “seguro se compra sozinho”

Com a popularização de plataformas digitais, muitos acreditam que contratar seguro é como comprar um produto qualquer. Mas seguro não é produto de prateleira, é solução personalizada.

O que acontece sem orientação profissional

  • Contratação inadequada

  • Falta de suporte no sinistro

  • Dificuldade em entender negativas

  • Desconhecimento de alternativas melhores

  • Relação direta com seguradoras sem apoio

O corretor não é um intermediário dispensável. Ele é um consultor técnico e estratégico.

O papel real de um corretor de seguros

  • Diagnosticar riscos

  • Comparar seguradoras e coberturas

  • Negociar melhores condições

  • Acompanhar sinistros

  • Orientar revisões periódicas

Um bom corretor trabalha para o cliente, não para a seguradora.

Como evitar esse erro

  • Escolha corretores registrados e experientes

  • Priorize atendimento consultivo

  • Valorize quem explica, não quem apenas vende

  • Mantenha relacionamento contínuo

Seguro bem contratado começa com orientação qualificada.

Como transformar a contratação de seguro em decisão estratégica

Evitar erros é apenas o primeiro passo. O verdadeiro diferencial está em enxergar o seguro como parte do planejamento financeiro e patrimonial.

Seguro como proteção de longo prazo

  • Protege renda

  • Protege família

  • Protege patrimônio

  • Garante continuidade financeira

Revisão periódica é essencial

Eventos como:

  • Casamento

  • Filhos

  • Compra de imóvel

  • Mudança de profissão

  • Aumento de renda

Exigem revisão imediata das apólices.

Combinar seguros de forma inteligente

  • Vida + responsabilidade civil

  • Residencial + patrimonial

  • Automóvel + terceiros

  • Saúde + renda protegida

Planejamento reduz custos e aumenta eficiência.

por que esse tema é essencial

Do ponto de vista corporativo, educar o cliente sobre erros comuns:

  • Gera autoridade

  • Aumenta confiança

  • Reduz conflitos futuros

  • Eleva a qualidade das contratações

  • Fortalece relacionamentos de longo prazo

Empresas que educam vendem menos “apólices” e entregam mais segurança real.


Conclusão: seguro bem contratado não é custo, é tranquilidade

Os maiores erros ao contratar um seguro não estão nas letras miúdas, nem nas cláusulas técnicas. Eles estão na falta de informação, no excesso de pressa e na ausência de planejamento.

Quando o seguro é escolhido com critério, orientação e visão estratégica, ele deixa de ser um gasto obrigatório e se transforma em um pilar de proteção financeira.

Evitar esses cinco erros é o primeiro passo para contratar seguros mais eficientes, adequados à sua realidade e capazes de cumprir seu verdadeiro papel: proteger você, sua família e seu patrimônio quando mais importa.


E é exatamente isso que diferencia uma simples apólice de um seguro bem feito.



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